domingo, 4 de julho de 2010

Como contar histórias




12 de abril de 2010  

Como contar histórias?


As histórias na educação infantil são fundamentais na formação educacional da criança, em especial no início da escolaridade. Para o desenvolvimento de tal atividade deve ocorrer todo um planejamento, pois se trata de um momento mágico que a criança irá vivenciar e absorver algo que venha a identificar com ela naquele instante.

Por ser considerada uma atividade tão importante na educação infantil, sugerimos aos professores que lidam com crianças dessa fase algumas orientações que poderão beneficiar e conseqüentemente propiciar o desenvolvimento contínuo da criança no desenvolvimento da linguagem.


1. Contar histórias diariamente;


2. As histórias podem ser repetidas, dependendo do interesse dos alunos;


3. Alguns critérios devem ser seguidos como: livros com poucos textos, linguagens simples, maior número de ilustrações, sendo essas grandes e sugestivas e que satisfaçam o desejo dos alunos.


4. Baseando em informações passadas por pais em relação ao aluno, buscar histórias que venham ajudar a resolver um problema em questão. Por exemplo: Se uma criança recusa a comer verduras em casa, selecione um tema voltado para a importância dos alimentos, de forma que a criança se identifique e o professor ajude a família, visto que a escola também tem essa função.


5. Ao planejar o momento de contar histórias, determinados aspectos são fundamentais e devem ser analisados:


• Local: as histórias não devem ser contadas apenas dentro da sala de aula, pelo contrário, ambientes diferenciados tornam o momento mais agradável (pátio, quadra, jardim, sentado em degraus, quiosques, entre outros).


• Posição: Os alunos devem estar em uma posição confortável e a professora deve ficar em uma posição que permita a todos os alunos a visualização do livro e sua dramatização.


• Apresentação da história: é fundamental que a professora conheça o texto da história, pois o ideal é que conte a história com suas próprias palavras, utilizando uma linguagem simples e um tom moderado, de forma que todos os alunos possam escutar de forma agradável.


• Horário: não deve existir um horário estipulado para o momento da história, deve acontecer de acordo com a necessidade e até mesmo de forma surpreendente para o aluno. Conforme uma situação ocorrida no ambiente, o professor poderá utilizar certa história que encaixe naquele instante, de forma que venha contribuir na resolução e amadurecimento da criança.


• Motivação: cabe ao professor deixar como suspense a história a ser contada, de forma que venha despertar a curiosidade em seus alunos bem como a motivação do momento.


Ressalta-se que muitas vezes, apesar do professor ter feito todo um preparo para esse momento, acontece das crianças ficarem dispersas. Sendo assim, sugere-se que o professor busque a participação das crianças fazendo “questionamentos” de forma que elas possam interagir com a história que está sendo contada.


Por Elen Campos Caiado -Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia - Equipe Brasil Escola

Indisciplina - Uma análise

2 de abril de 2010


Indisciplina : A pertinência da relação Professor X Aluno (Uma análise disciplinar)

A indisciplina gerada no ambiente escolar tem sido alvo de vários questionamentos por parte dos profissionais da educação, pois tornou-se um dos entraves diante deste processo, no que se refere ao fazer pedagógico como um todo.

O educador parece não dispor mais da devida autonomia dentro da sala, enfrentando problemas como falta de respeito, baixo rendimento da turma e falta de interesse em relação aos conteúdos ministrados.

Frente a esta realidade que o cerca, ele, no objetivo de solucionar a questão, acaba apostando em metodologias frustradas e ineficazes.

Uma delas é o castigo como forma de repressão, cujo resultado, muitas vezes, é a própria repulsa por parte do educando, instaurando com isso um clima de competitividade entre a convivência, no qual nada contribui para que a problemática seja amenizada.

Diante disso, torna-se interessante repensar sobre a atuação docente, uma vez que a indisciplina pode ter raízes na relação professor X aluno. O fato se comprova partindo do princípio de que o relacionamento pautado no respeito mútuo e na cooperação são requisitos básicos para a concretude dos objetivos almejados.

Para isto, algumas medidas tendem a colaborar para a eficácia dos resultados com base nos seguintes princípios:

# Diante de um problema surgido em sala, o aluno espera o dinamismo, a autenticidade do professor frente às tomadas de decisões, sem que estas impliquem a participação de algum membro relacionado à parte administrativa da entidade, como diretor, coordenador pedagógico, entre outros.

# Procurar manter a autoridade sem demonstrar autoritarismo é imprescindível para que o aluno se sinta “sujeito” de sua própria vivência, onde o respeito será algo conquistado paulatinamente, não algo imposto por meio de regras previamente determinadas.

# Promover situações-problemas, propiciando um clima de reflexão a respeito de “possíveis” conflitos, procurando sempre fazer com que os educandos se coloquem no lugar da pessoa afetada. Tal medida aprimora o caráter e a personalidade, como também valoriza a importância do poder de decisões.

Enfim, frente a esta postura, não significa que o educador deve se redimir do seu verdadeiro papel, possibilitando com isso a desordem, mas que no mínimo sua didática esteja adequada ao universo de seu público-alvo e que suas relações estejam voltadas a favorecer gradativamente um ambiente de respeito e reciprocidade, com base em princípios morais e éticos.



Por Vânia Duarte  - Graduada em Letras - Equipe Brasil Escola







Com Carinho

Sugestão de leitura - 1ª série

A História do Lápis - Paulo Coelho (Valores e Atitudes)


Dicas de Motivação em Sala de Aula


Dicas para melhorar a motivação em sala de aula.



Fonte: Revista Nova Escola. Agosto, 2000




Dicas:


- Estabeleça metas individuais. Isso permite que os alunos desenvolvam seu próprio critério de sucesso.

- Emoções positivas melhoram a motivação. Se você pode tornar alguma coisa engraçada ou emocionante, sua turma tende a aprender muito mais.

- Demonstre por meio de suas ações que o aprendizado pode ser agradável.

- Desperte na criança o desejo de aprender.

- Dê atenção. Mostre ao aluno que você se importa com o progresso dele. Ser indiferente a uma criança é um poderoso desmotivador.

- Negocie regras para o desenvolvimento do trabalho.

- Mostre como o conteúdo pode ser aplicado na vida real.

- Explique sempre os objetivos da atividade.

- Em vez de recriminar respostas ou atitudes erradas, reconheça o trabalho bem-feito.

- Sempre que possível ofereça opções de atividades.

- Seja flexível ao ensinar. Apresente exemplos para estimular a reflexão.

- Use recursos visuais, como desenhos, fotos, gráficos, objetos.



sábado, 26 de junho de 2010

@Afrociberdélia- Chico Science & Nação Zumbi)

(1.bp.blogspot.com/.../guerra+cibernética.jpg)

>ENTER - Tecnologia subversiva, a grande biblioteca do cyberspace, ótica simbiótica, fractais na cura do stress (plug and chill out), afrociberdelia, teatro do acaso, cinema impressionante, literatura de cópia, poesia fractal, a cultura sampleada, telecracia, comunidade interativa, ficção científica, revival sense e musicracia.
>DEL - Trapaça, midiotia,riqueza ilícita, falsa doutrina, miséria, área de sinistro, comércio religioso, fanatismo, grandes corporações empenhadas em deformação cerebral, racismo, exploração de mão-de-obra infantil, pena de morte e fome envergonham o planeta.


                 (Introdução de Bráulio Tavares ao cd: @Afrociberdélia- Chico Science & Nação Zumbi)

FILOSOFIA CIBERNÉTICA

Introdução de Bráulio Tavares ao cd: @Afrociberdélia- Chico Science & Nação Zumbi (Extraído da ENCICLOPÉDIA GALÁCTICA, volume LXVII, edição de 2102) - AFROCIBERDÉLIA (de África + Cibernética + Psicodelismo) - s.f. - A arte de cartografar a Memória Prima genética ( o que no século XX era chamado "o inconsciente coletivo") através de estímulos eletroquímicos, automatismos verbais e intensa movimentação corporal ao som de música binária. Praticada informalmente por tribos de jovens urbanos durante a segunda metade do século XX, somente a partir de 2030 foi oficialmente aceita como disciplina científica juntamente com a telepatia, a patafísica e a psicanálise.Para a teoria afrociberdélica, a humanidade é um vírus benigno no software da natureza, e pode ser comparada a uma árvore cujas raízes são os códigos do DNA humano (que tiveram origem na África), cujos galhos são as ramificações digitais-informáticas-eletrônicas (a Cibernética) e cujos frutos provocam estados alterados de consciência (o Psicodelismo).

Penso (?!) ser esta uma boa resposta à segunda questão proposta na Atividade à Distância, isto é, a tecnologia da informática tem, sim, o poder de transformar a sociedade e a educação brasileiras. Aliás, isto ainda não ocorreu exclusivamente por falta de políticas públicas sérias e realmente voltadas à educação dos excluídos digitais e àqueles que de fato possibilitariam tal revolução, ou seja, os disseminadores da 'cibereducação' por excelência, deveriam ser, prioritariamente, os professores.